Olá mortais, usufruam bem deste dia, pois não é usual que um dos perpétuos venha dar explicações sobre si e seus irmãos. Eu sandman, morpheus ou oneiros irei hoje falar de mim, ato esse que tenho como completamente sem propósito, pois os motais entram em meu mundo todas as noites, não me importa que algum motivo venham esquecer-se de mim e meus servos nas horas despertas, além disso eles não têm que entender o sonhar, ou os reinos de meus irmãos, não é de sua natureza, mas em fim, devo isso ao mortal o qual chamam daniel, mortal esse que se atreve a me chamar de seu amigo.
Eu fui o terceiro perpétuo a nascer como diriam vocês mas não é essa a palavra que descreve nosso surgimento, tenho portanto dois irmãos mais velhos, e quatro mais novos já fomos descritos como "idéias envoltas em algo semelhante a carne" não somos deuses, apesar de na grécia terem me chamado de " morpheus deus do sono", deuses presisam que acreditem neles para existir nós existimos quer acreditem ou não. Cada mortal, geralmente vê nossos mundos como sua mente o deseja, na maioria das vezes inconcientemente. Apesar disso nós sempre nos manifestamos com o mesmo aspécto sexual, exeto desejo.
Primeiro veio potmos, com seu manto que lhe esconde o rosto e com o livro do destino atado em sua mão e antes mesmo que o verbo se tornasse criação ele já estava ecrito deste livro.
Depois veio Teleute, com toda sua beleza e vida, apesar de ser a ela que vocês chamam morte. Ela, que não foi a primeira mas será a última.
Como o terceiro eu vim, mas não vou falar nada sobre min a não ser que sou uma moeda de muitas faces.
Depois de mim veio olethros, "duas faces da mesma moeda , desetruição é nessessária nada novo pode existir sem a destruição do velho" "tenho certeza que meus domínios ainda estão, a seu modo, do mesmo jeito que deixei, as pessoas e as coisas ainda são criadas, ainda existem, e ainda são destruidas. As coisas ainda mudam, a única diferença é que ninguém está regendo o processo. Não depende mais de mim, depende deles, eles podem se destruir sosinhos.Não é minha responsabilidade, não é minha culpa."
Vieram então as gêmeas: epithumia e aponoia. No mundo de epithumia não há nada para ver além do limiar do desejo, desejo sempre morou no limite, o limiar é maior do que se pode imaginar e é uma estátua dele ou dela que nunca se contentou com apenas um sexo, desejo é tudo oque você sempre quis, quem quer que seja você, Oque quer que seja você.
Aponoia como os outros é senhora de seu próprio reino, e ele se constitui um sem fim de janelas penduradas no vazio. No seu mundo a vista é de um espelho, então quando você fita seu próprio reflexo e nota os olhos de desespero sobre si, é facil sentir seu gancho espetar e agarrar seu peito. desespero diz pouco... mas é paciente.
Mania, é a última dos perpétuos, seu reino é próximo e facilmente atingido, mas não foi feito para ser compreendido pela mente humana, aqueles que a visitam, podem apenas relatar fragmentos perdidos em sua memória . Sua aparência é um amontoado de idéias vestidas num semblante de carne, sua sombra nunca tem relação alguma com a forma do corpo que delírio está usando. Delírio tende a setornar borboletas ou peixes dourados ,agora e sempre. Delírio, que um dia se chamou deleite.
Muito existe a ser dito, mas isto é tudo o que irei dizer. despedidas.